terça-feira, setembro 26, 2006

quarta-feira, setembro 20, 2006

O que são aquelas algas afinal?????!!!

Queridos,
por incompetência minha, enviei anteriormente a foto errada...
Peço desculpas aos que têm espírito mais sensível.
Enfim, aí segue a correção...um bucólico passeio a beira mar...
beijos e até amanhã, na comemoração da Bê Bressi.



segunda-feira, agosto 28, 2006

FRANKAMENTE



O FRANKAMENTE FAZ 2 ANOS!
PARABÉNS LÚCIA!!!

quinta-feira, agosto 24, 2006

Pintura

Protestant church of St Odulphus in Assendelft

In the distance, in a large, light church a congregation is listening to a sermon. The figures are tiny and the space immense. This church interior was painted in 1649 by Pieter Saenredam. It shows the Protestant church of St Odulphus in Assendelft. Saenredam specialised in painting church interiors. He depicted the inside of these buildings with great precision and attention to colour and atmosphere. The extreme brightness of the airy space and the utter tranquility emanating from this picture, make it one of Saenredam's most beautiful works.

segunda-feira, agosto 21, 2006

Radio DADA

http://aleatorio.us/dada/

quinta-feira, agosto 17, 2006

sexta-feira, agosto 11, 2006

E?


Parece que esse bichinho aí recebe e-mails e mensagens de texto de celulares.
E o que ele faz com tudo isso?
Cada coisa inútil...

sexta-feira, agosto 04, 2006

HAPPY HAPPY


A idéia é a seguinte:
Uma HAPPY no SASHA, lá na rua Original, V. Madalena.
Dia 9 de agosto, 20 horas.
Todos presentes, saudosos e felizes.
Vamos lá?

beijos e bom final de semana.

quinta-feira, agosto 03, 2006

quarta-feira, agosto 02, 2006

terça-feira, agosto 01, 2006

VIAGEM NO TEMPO...

Para os que não sabem, este disco traz um dos primeiros registros fonográficos do nosso Milton Nascimento. Em 1965 ele foi convidado a participar do quarteto de Pacífico Mascarenhas (músico também mineiro) que o levou para o Rio de Janeiro. O disco apresenta aquele mesmo clima de samba/bossa/jazz dos anos 60. Um disco raro e muito importante na produção musical regional mineira e nacional. Para se ter uma idéia, veja só quem fazia parte do conjunto:
Milton Nascimento & Pacifico Mascarenhas (vocais), Geraldo Vespar (guitarra), J.T. Meirelles (alto sax & flauta), Tião Marinho (baixo), Wilson das Neves (bateria), Ubirajara Cabral (piano), Ed Maciel & Joao Luis (trombone), Mauricio (trumpete), Moacir Marques (tenor sax) e outros...

Pérolas...










segunda-feira, julho 31, 2006

MAR DE HOMENS - MIS


Lançamento do projeto MAR DE HOMENS, do fotógrafo Roberto Linsker.
Terça-feira, dia 1 de agosto, a partir das 20:00 hs, no MIS (Av. Europa, 158).
O projeto inclui, entre outras coisas, a edição de dois livros, um deles intitulado "O mar é uma outra terra", de Helena Tassara,
além de um vídeo e uma exposição fotográfica que documenta a pesca artesanal na costa brasileira. Compareçam!

sexta-feira, julho 28, 2006

Coisas que a gente coloca para dentro de casa!




em homenagem ao post de hoje do frankamente.

VOLTOU A DISCUSSÃO

Entre as barbaridades de Julinho Neves e as do Sr. Edemar...vamos bem, muito bem...não?

Sobre vetos, torres e o Masp

JOSÉ EDUARDO DE ASSIS LEFÈVRE

O que diriam os parisienses se, por hipótese, a torre Eiffel mudasse seu nome para Eiffel-Telecom, com um enorme anúncio luminoso?

O ILUSTRE cardiologista Adib Jatene, presidente do Conselho Deliberativo do Masp, veio a público reiterar sua posição favorável à construção de uma torre sobre o edifício Dumont-Adams, com o alegado propósito de salvar o museu da ruína financeira.
A proposta apresentada pelo Masp foi negada pelo Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo) em fevereiro de 2005. E, analisando recurso e proposta alternativa encaminhada pelo museu, foi definitivamente vetada em outubro passado.
O ponto-chave do veto está no parecer aprovado: "Entendemos que a torre proposta interfere de forma radical na escala do bem tombado, descaracterizando-o de forma a comprometer sua integridade". É necessário ressaltar que o parecer negativo se refere especificamente ao projeto da torre. Não há objeções quanto à substituição do edifício Dumont-Adams por um outro de proporções equivalentes aos demais existentes na avenida Paulista.
Em artigo publicado nesta Folha de S.Paulo em 24 de fevereiro de 2006, o dr. Jatene afirmou que a proposta da torre havia sido aprovada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), o que não é exato.
O Iphan declarou que a proposta da torre era isenta de apreciação por aquele órgão. Ou seja, não desaprovava, mas também não aprovava. Quanto à aprovação pelo Condephaat, tomamos conhecimento por este mesmo jornal, em notícia publicada em 1º de julho passado, que seu presidente "decidiu sozinho sobre o caso da torre do Masp, porque o conselho estava em recesso e o museu tinha urgência". Ou seja, a proposta não foi apreciada pelo plenário do Condephaat.
O presidente do Conselho Deliberativo do Masp afirma, agora em outro artigo, publicado em 12 de julho no mesmo espaço, que a construção de um mirante criaria uma atração turística capaz de viabilizar financeiramente o museu. No entanto, nenhum estudo nesse sentido foi sequer apresentado pelo Masp. A operação do mirante dificilmente pagaria a construção da torre, e parece pouco provável que possa recuperar as combalidas finanças do Masp.
O que justificaria então os investimentos a serem feitos pela empresa Vivo, grupo privado que assumiria o ônus financeiro do empreendimento? Evidentemente, a enorme "visibilidade" da torre e a repercussão de sua imagem vinculada ao Masp durante dez anos. Os grandes arranha-céus se identificam com as corporações que os construíram, tal o seu poder de fixar uma imagem. Pela proposta do museu, a torre se identificaria como Masp-Vivo.
Há, ainda, um aspecto que pouco veio a público. A torre não se limitaria à altura do mirante, como consta do projeto apresentado ao Conpresp e divulgado pela Folha nas edições de 28 de setembro e 26 de outubro de 2005. Sobre a cobertura do mirante seria instalada uma antena para telecomunicações que dobraria a altura total para 250 metros. O projeto dessa antena foi enviado à prefeitura em 2004, por meio do ofício Masp-PRE, de 9 de novembro (processo 2004-0.267.611-0), e ao Condephaat. Contudo, em reunião com o Conpresp, o presidente do Masp negou a existência de tal projeto.
O dr. Jatene menciona a adoção do caminho judicial pelo Masp, numa tentativa de se sobrepor aos meios técnicos. Até aqui, no entanto, todos os pleitos feitos pela diretoria do museu foram negados pela Justiça.
E a questão da torre Eiffel? Citando esse exemplo, o dr. Jatene demonstra desconhecer ou preferir ignorar a enorme diferença entre o contexto cultural da França de 1889 e o do Brasil de hoje.
A Exposição Universal de 1889, realizada em Paris, foi uma festa de afirmação republicana, comemorativa do centenário da Revolução Francesa, no âmbito de uma sociedade conservadora. No campo da engenharia e da arquitetura, ocorria uma cisão, característica do século 19, que opunha defensores do ecletismo historicista aos adeptos da modernidade das novas tecnologias, como o engenheiro Gustave Eiffel.
A torre Eiffel não trazia a marca de uma empresa, mas era o símbolo da exposição, com toda a sua carga semântica, que, evidentemente, tinha opositores na sociedade francesa. Para finalizar, o que diriam os parisienses se, por hipótese, a torre Eiffel necessitasse de uma restauração e, obtendo uma vantajosa proposta de patrocínio, passasse a se chamar Torre Eiffel-Telecom, com um exuberante anúncio luminoso?


JOSÉ EDUARDO DE ASSIS LEFÈVRE, 63, arquiteto, professor doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, é presidente do Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo).

quarta-feira, julho 05, 2006

PALMAS PARA O CILDO!

05 de julho de 2006 - 00:08

Cildo Meireles desiste de participar da Bienal de SP

A saída do artista foi motivada pela permanência e reeleição do banqueiro Edemar Cid Ferreira no conselho deliberativo da Fundação Bienal

Camila Molina


SÃO PAULO - Em protesto pela permanência e reeleição do banqueiro Edemar Cid Ferreira no conselho deliberativo da Fundação Bienal de São Paulo, o artista carioca Cildo Meireles afirmou que não participará da 27.ª Bienal de São Paulo, que ocorrerá entre 7 de outubro e 17 de dezembro. Ele considera a permanência de Ferreira, ex-controlador do Banco Santos e preso em São Paulo por suspeita de gestão fraudulenta, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, um "continuísmo nefasto".

"Não tem nada a ver com a curadoria da mostra, mas enquanto essa situação acontecer, me sinto desconfortável", afirmou Cildo Meireles. Segundo o artista, o conselho da Fundação Bienal de São Paulo "ou agiu com ingenuidade cultural ou foi mal-intencionado mesmo" ao permitir a reeleição de Ferreira.

"Mas isso é problema deles, não quero conviver com esse tipo de situação", diz Cildo Meireles. Desde quinta-feira, quando foi divulgada a lista com os 121 artistas selecionados pela curadoria da 27ª Bienal de São Paulo (assinada por Lisette Lagnado), Cildo Meireles, um dos escolhidos, declarou que pensaria sobre sua participação no evento. "Esperei que tivesse um desdobramento sobre essa situação e pergunto agora qual a responsabilidade que esse conselho tem com a história da Bienal de São Paulo", disse o artista.

Nascido em 1948, Cildo Meireles é um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira. Entre as mostras do porte da Bienal de São Paulo, Cildo foi destaque ultimamente em 2002, na 11.ª Documenta de Kassel, na Alemanha, e na 50.ª Bienal de Veneza, em 2003. Sua última participação na Bienal de São Paulo foi em 1998, na 24.ª edição do evento.

quarta-feira, junho 14, 2006

Achados e perdidos



Encontrei esse desenho no meio de papéis antigos...pelos escritos foi feito pela Crô no dia 3 de outubro de 1980. O vaso é um presente da Mô (Monnah) para mim e a mesa é na casa da Crô.


domingo, junho 11, 2006

u b u

um site de cinema e um bocado de outras coisas


typo in motion


Uns dias atrás, postei errado um link prum video curioso.
Desta vez está correto.. espero!
Reparem, na travessia da ponte de Brooklin, no carro do Starsk - do Starsk & Hutch, aquele seriado velhinho que ainda hoje passa no canal Fx.
Ah! Tem também uma passagem pelo Guggenhein Museum !


Clica na imagem e tenha paciência. O video demora um pouquinho.

sábado, junho 10, 2006

surf

Diabos... onde está o timoneiro ?

terça-feira, junho 06, 2006

segunda-feira, maio 15, 2006

sábado, abril 08, 2006

Motion Graphics


Bom, faz já algum tempo, né ?
Mas deixa prá lá. Ai vai um link prum video divertido.
Reparem, na travessia da ponte de Brooklin, no carro do Starski - do Starski & Hutch, aquele seriado velhinho que ainda hoje passa no canal Fx.

Clica na imagem e tenha paciência. O video demora um pouquinho.

Saudades. Da birra e dos papos...

terça-feira, março 07, 2006

Darkon e Chico




maio de 1982
foto scanneada de um contato do Magoo.

quarta-feira, março 01, 2006

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

no sol




neste carnaval, não esqueça do protetor solar

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

web

Nalgum artigo num caderno de domingo li que nossa geração é uma geração de imigrantes na web, enquanto nossos filhos são nativos.
Nosso sotaque seria um vício de origem, como o sotaque dos imigrantes de outros tempos.

Curiosa a idéia de que nossa geração criou um mundo onde nós mesmos permanecemos estrangeiros.

Nessa volta às aulas, tenho incentivado meus alunos a freqüentarem um blog que mantenho apenas para minha disciplina. O comentário mais delicado que recebi dizia que o blog parecia uma página de revista...
Deve ser o tal sotaque !

Mas assim como entre os imigrantes do passado, há os que se esforçam para assimilar a língua e linguagens do novo mundo, e os que tratam o desterro como se fosse uma situação transitória, a qual logo logo será superada.

Conheço estrangeiros que falam um português que me dá inveja e netos de imigrantes que ainda não superam as dificuldades de nossas concordâncias e gêneros.

Tanto faz. Mas na web tenho encontrado pós-doutores incapazes de responder prontamente a um e.mail e serralheiros capazes de instalar plugins sofisticados para visualizar e imprimir projetos.
A assincronia, entretanto, é aterradora.
Os primeiros não conseguem visualizar os arquivos, mas são capazes de entender os projetos e as especificações.
Os segundos instalaram os plugins e imprimiram os arquivos, mas são incapazes de compreender os projetos ...

Só são superados por alguns de meus alunos: incapazes de instalar os plugins e incapazes de entender os projetos.

Hmmm... não me lembro bem de onde é o autor do artigo que citei, mas não deve ser de muito perto, não.

volta às aulas










domingo, dezembro 11, 2005

domingo, novembro 27, 2005

15. Garatuja

A calmaria durava já duas semanas, a ração de naufrágio escaceava e já quase não havia água doce para acompanhá-la.
Desde que o mastro do velho Rajada se quebrou, fez inúmeras tentativas de repará-lo, sem sucesso.
Nunca navegara em solitário.
Sempre o desejara, porém, e falava disso em todas as conversas, sempre mais animadamente depois do terceiro ou quarto copos. Aliás, falava animadamente após tantos copos, sobre tantos assuntos e com tanta convicção que, às vezes, acreditava mesmo que pudesse estar certo.

Mas agora, além do paralelo 10, nada lhe trazia alguma convicção.

A última história que ouvira dum navegante solitário fora do patético inglês que, em uma regata, simulou por rádio as várias pernas que teria percorrido para, não se sabe se num acesso de loucura ou desespero, finalmente, adoecer e afogar-se a bem poucas milhas do ponto de partida !

Seu mastro da fortuna, armado com a retranca e um corte da genoa, de nada lhe valeria se a calmaria não tivesse fim. Ainda assim, apegava-se a essa pequena esperança. Que viesse uma tormenta, se ataria ao convés, encharcado de água doce, sem importar qual rumo tomasse, desde que para longe ou para perto.

Observou de novo as linhas que lançara das amuras, pensando em algum pescado. Lembrou das fedorentas cigarrilhas que o acompanhavam a todo lugar. Quantos dias sem tabaco ? Quantas semanas sem cerveja ou o que mais ?

E quantos mêses sem um embate real, proa a proa, sussurrando para que o oponente não lhe percebece a tática, aos gritos para que a manobra fosse executada no tempo justo, a cambada precisa, a genoa se enchendo ao som da catraca, apenas para cambar novamente, e outra vez, marcando ou fugindo da marca.

Mantinha ainda algumas rotinas. Ao amanhecer, um bloco de ração, mastigado dolorosamente.

Hoje, distoceu lentamente os cabos guardados no paiol, ressecados.
Verificou as catracas, imaginando se seriam necessárias novamente. Puxou, uma a uma, as linhas de pesca. Usava ração como isca, mas a ração se dissolvia rapidamente, devendo ser recolocada nas iscas. Mas dali até o horizonte, nenhum peixe.

Depois de todo esse tempo, a disciplina se esvaira. O caderno de notas e o diário de navegação tinham ainda algumas anotações, mas deixara de marcar sua posição e os horários. Nas páginas mais recentes, garatujas se espel;havam pelas linhas, entre poucas anotações que já deixavam de fazer sentido.

Dok realmente tentou tomar seu tempo a imaginar histórias, mas as garatujas venciam.
Pensou apenas que, se voltasse a aportar, daria um sobrenome ao Rajada: garatuja.

complos, tramas, tramoias, conspirações, fofocas

Edu Soveral escreveu sobre o site inglês sobre o atentado ao Pentágono, em 11 de setembro.

> Fala Charles:
> Aqui é o Soveral.
> Lembra daquele papo no restaurante sobre o atentado ao Pentágono?
> Dê uma olhada nisso. Dê sua opinião...
> Soveral


Olá Soveral.
Tenho um concunhado Portenho que é especialista em coletar e enviar complôs, conspirações, tramas e fofocas...
Essa eu já conhecia.
Há também um que afirma que haviam cargas de dinamite postas no WTC, sem as quais o edifício não viria abaixo.
Uma tia avó e um cara em Minas Gerais acham que o homem não foi à Lua.


Depois, busque na Amazon o livro que o cara vai escrever, se é que ainda não o fez.
Ajude-o a faturar algum com a credulidade alheia.
Ou com a descrença alheia ;->

Veja, parte da minha familia está na Europa, uma pequena parte nos EEUU.
Não acredito em teorias da conspiração.
Acredito que o homem foi à Lua.
Não gosto do Bush e caterva, mas conheço bem, bem poucos lugares onde se possa manifestar opiniões divergentes - inlcusive sobre pressupostos complôs.

Acredito no Kennedy, não importa se foi morto pela Máfia, pela CIA ou pelos dois, concordo com o bloqueio dos mísseis, acho no entanto que já chega, já foi longe demais, gosto do Buena Vista Social Club e do filme do Win Wenders, me cansa o Fidel, mais ainda o Maradona e o Chavez, ainda prefiro o Chavo e o Chapolim Colorado.

Gosto de pensar que, mesmo entre nossos políticos, haja uma parcela considerável de pessoas razoavelmente bem intencionadas e que, se incorrem em alguns ilícitos, não sejam sempre tão graves.
Gosto de pensar que um cidadão como o Maluf, que tanto afrontou a sociedade, não precise ser 'rigorozamente bem tratado', podendo ser exposto, sim, à mídia, como foram expostos professores em greve, por exemplo.
E apesar disso, acho que se deve presumí-lo inocente até prova em contrário.

Simpatizei com o PT nos primeiros minutos, para logo em seguida me arrepender e jamais ter votado com eles ou neles.
Apesar disso, admiro o Cardozo e o Suplicy ( o pai, não o Supla ).

Simpatizei com a esquerda nos primeiros minutos, para em seguida me afastar do que me pareceu e me parece um balaio de gatos.

Simpatizei com a direita vez ou outra, ainda mais quando estão distantes ou num parnasiano editorial de jornal.

Gosto do Millor, ainda que diga bobagens sobre o Karl Roiter e o Tom Jobin.

Adoro o Groucho Marx, mas afinal tornei-me sócio dum clube.
Não freqüento eventos sociais no clube.
Saio da piscina para a cerveja, da cerveja para a piscina. tenho bons papos com os garçons.
Aliás, é para isso que servem os clubes: bons garçons.

Não freqüento eventos sociais.
Não julgo os encontros com amigos e amigas como eventos sociais.
Não encontro amigos e amigas em eventos sociais, mesmo porque não os freqüento mas, se os freqüentasse, ninguém que viesse a encontrar consideraria meu amigo.
Se encontrar amigos e amigas num evento social, torna-se claro que não se trata de um evento social, mas dum encontro entre amigos ;->

Bem, amigo, apenas para dizer que todos temos algumas implicâncias com a vida e com o mundo.
Talvez não sejam as mesmas, mas é importante reconhecer que as temos e algumas são graves.

Foi ou não foi um missil o que atingiu o Pentágono ? Talvez o Kelvin Costner faça um filme sobre isso, fature mais algum com nossas caraminholas e vá velejar sossegado.
Eu ?
Eu vou velejar sossegado sem as caraminholas, ainda que não fature mais nenhum...